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A importância da vacinação em cada fase da vida

Notícias - 10 de Junho de 2019

A melhor maneira de evitar doenças e melhorar a qualidade de vida é mantendo a carteira de vacinação atualizada em diferentes idades

 

Por Alice Weykamp da Cruz

Clínica Geral | Clinipampa

Cada etapa da vida requer cuidados específicos, e as vacinas têm um papel extremamente importante no cuidado com a saúde. Para além de campanhas de vacinação se faz necessário manter outras imunizações em dia.  

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,5 milhão de mortes podiam ser evitadas caso houvesse uma melhoria na cobertura mundial de vacinação. Logo, é fundamental conscientizar a sociedade sobre a importância da vacina e de todas as conquistas já alcançadas devido a revolução da saúde.  

Tendo em vista que cada etapa da vacinação tem a relevância específica para manter a proteção contra as doenças que prejudicam a qualidade de vida das pessoas, o que pode levar até a morte, confira a importância da vacinação em cada etapa da vida: 

Para os recém nascidos  

Os bebês estão expostos a centenas de vírus e ou bactérias e o seu sistema imunológico ainda é imaturo e frágil, logo, ficam mais suscetíveis a doenças e infecções. Dentre as enfermidades graves que afetam a saúde dos pequenos e que poderiam ser prevenidas com vacinação, estão Hepatite B, influenza e poliomielite.  

Na infância 

É extremamente importante que as crianças de até 10 anos recebam o primeiro grupo de vacinas e também as de reforço para que assim seja evitado o aparecimento de doenças.  

Na escola, as crianças estão em contato direto com um maior número de pessoas e, uma vez que o sistema imunológico ainda está se desenvolvendo, os pequenos ficam propensos a contrair infecções e enfermidades.  

Algumas das doenças que podem ser evitadas caso as crianças estiverem vacinadas são difteria, coqueluche, tétano e influenza.   

Na adolescência  

Neste período os adolescentes têm maior chance de ser afetado pelo vírus meningococo, que provoca a meningite meningocócica. A doença pode causar sequelas bem como a perda da visão, audição e de membros, podendo ser fatal. Normalmente, o reforço da vacina acontece entre os 11 e 14 anos e pode diminuir o risco de transmissão da doença
para não protegidos. Nesta fase pode ser administrada, também, a vacina contra HPV, o vírus que pode resultar em câncer de colo do útero em mulheres adultas.  

E na fase adulta? 

Comumente é nesta etapa da vida em que as pessoas acabam parando de vacinar-se e é neste período também, que algumas vacinas podem perder a eficácia no decorrer do tempo.  
Para permanecer protegendo o indivíduo, muitas vacinas podem precisar de uma dose de reforço. Uma vez que protegidos, os adultos tendem a evitar a transmissão de doenças aos seus familiares e pessoas do seu convívio. Além de infecções que podem piorar seu quadro clínico de doenças crônicas.  

As gestantes também integram o grupo que precisa atentar-se, tendo em vista que estão mais suscetíveis a complicações por terem um sistema imunológico mais deficitário. De acordo com a condição vacinal de cada pessoa, nesta fase, são indicadas vacinas contra gripe, hepatite B e tétano.  

Atenção redobrada para os idosos 

No caso dos idosos, as doenças podem resultar em mais complicações e até serem letais, já que este grupo possui um organismo mais sujeito e debilitado. Integrando o grupo prioritário em campanhas, os idosos são as principais vítimas da influenza. Assim, a vacinação torna-se estratégica para a saúde pública deste grupo, uma vez que possibilita aumentar a qualidade de vida dessa população.

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